quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Nasa divulga nova imagem de erupção solar

Nasa divulgou imagem de erupção solar que foi ejetada de sua órbita mas não se dirigiu a nenhum planeta
Foto: AP

A Nasa, Agência Espacial Americana, divulgou nova imagem em que mostra uma grande erupção solar na região chamada de 1105. A área é conhecida por registrar ativamente este tipo de evento.
Segundo informações da AP, a erupção também ejetou grande quantidade de massa no espaço. A erupção, além de ir em direção contrária à Terra, não se dirigiu a nenhum planeta.
As ejeções de massa, que são partículas de altas energias, podem transportar 10 bilhões de toneladas de gás eletrizado e superam a velocidades de um milhão de quilômetros por hora. Quando atingem a Terra, a maior parte da radiação é desviada, mas uma parte pode chegar à atmosfera superior, causando as tempestades.
De acordo com a Nasa, as erupções são constantes na superfície do Sol e são causadas pela instabilidade da nuvem de plasma frio que recobre a estrela presa por forças magnéticas.

Japão lança foguete com satélite de localização geográfica


O Japão lançou o foguete H-2A, levando ao espaço um satélite destinado a complementar um sistema GPS que opera no país, na Austrália e em parte da Ásia
Foto: Reuters

O foguete japonês H-2A foi lançado neste sábado de uma base no Japão, levando ao espaço um satélite destinado a complementar o sistema GPS para os serviços de localização geográfica que operam no país, segundo imagens transmitidas ao vivo pela Agência de Exploração Espacial japonesa (Jaxa).
A Jaxa e o grupo industrial Mitsubishi Heavy Industries (MHI) operaram o lançamento neste sábado às 20H17 (11H17 GMT), como previsto. Passados vários minutos do lançamento, "o voo seguia normalmente", comentou a agência.
O foguete H-2A, que transporta o satélite "Michibiki", saiu da base de Tanegashima (sul). Uma vez posicionado, o satélite emitirá sinais para o sistema GPS. Estas informações serão recebidas no Japão, na Austrália e em parte da Ásia.

Nave russa se acopla à Estação Espacial Internacional


A nave de carga russa Progress se acoplou neste domingo à Estação Espacial Internacional (ISS) com 2,5 toneladas de material e suprimentos, anunciou o centro de controle de voos espaciais em Moscou.
"A nave Progress M-07M se acoplou às 15H58 de Moscou (11H58 GMT) (...) em modo automático", indicou um porta-voz do centro, citado pela agência russa de notícias Itar-Tass.
A nave levou para a ISS alimentos, água, combustível e material científico, incluindo fungos e bactérias que serão usados em experimentos.
A ISS está em órbita a 350 km da Terra, e é ocupada atualmente por seis astronautas, três russos e três americanos.

Exoplaneta sem metano desafia cientistas da Nasa


Exoplaneta GJ 436b não possui metano em sua composição, desafiando o que imaginavam os cientistas
Foto: Nasa/Divulgação

A falta de metano na composição do GJ 436b, um exoplaneta localizado a 36 anos-luz da constelação de Leão, desafia a teoria de cientistas sobre exoplanetas, já que é composto apenas de hidrogênio, carbono e oxigênio. Os astrônomos estudam o planeta por meio do Telescópio Espacial Splitzer, da Nasa, agência espacial americana.
Exoplanetas são aqueles que se localizam fora do Sistema Solar, portanto, extrassolares. Os primeiros exoplanetas foram descobertos apenas na década de 1990. De acordo com os cientistas, para seguir uma lógica, o GJ 436b deveria ter uma grande quantidade de metano e pouco monóxido de carbono. Mas as observações do Spitzer, que captou a luz do planeta em seis comprimentos de infravermelho, mostram justamente o contrário.
A Nasa disse em seu site que o estudo sobre o GJ 436b demonstra que é necessário pesquisar mais sobre a diversidade dos exoplanetas. O metano está presente na Terra e também em todos os planetas gigantes do nosso sistema solar.

Nasa registra imagem de vulcão em erupção na América do Sul


Erupção de vulcão se intensificou no dia 18
Foto: Reuters

Imagem registrada por um satélite da Nasa - a agência espacial americana - no dia 21 e divulgada nesta segunda-feira mostra a erupção do vulcão Planchon-Peteroa, na fronteira de Chile e Argentina. As informações são da agência Reuters.
A fotografia mostra uma nuvem escura de cinzas saindo da montanha que entrou em erupção no dia 6 - processo que se intensificou no dia 18. A maior parte das cinzas vai para o sudoeste da Argentina.

Ex-oficiais: ETs desarmaram armas nucleares de EUA e Inglaterra


Um grupo formado por seis oficiais da Força Aérea dos Estados Unidos (Usaf, na sigla em inglês) e um pesquisador de objetos voadores não identificados (ovnis) afirma que extraterrestres têm sobrevoado bases de mísseis e desativado bombas nucleares. Segundo o site TG Daily, os sete irão apresentar um documento contendo testemunhos de mais de 120 antigos oficiais militares apontando para uma "intervenção" alienígena até meados de 2003. Aparentemente, após isso eles perderam o interesse pelas bases, continua o site.
"A Usaf tem mentido sobre os impactos de ovnis em bases nucleares na segurança nacional e nós temos provas", afirma o capitão de lançamento Robert Salas. O grupo afirma que os objetos voadores não identificados têm sobrevoado locais com armas nucleares desde 1948 e que possui documentos que comprovam isso.
Em muitos casos, os mísseis apresentaram mal funcionamento ao mesmo tempo que objetos em formato de disco voavam silenciosamente nas proximidades das bases. Outro membro do grupo, Charles Halt, afirma ter visto um objeto voador no formato de disco lançando um feixe de luz em direção à base da Real Força Aérea britânica (RAF, na sigla em inglês) em Bentwaters, na Inglaterra. Após isso, ele ouviu no rádio que a "aeronave" teria pousado em uma área de armazenamento de armas nucleares.
Os ex-oficiais acreditam que os governos dos dois países "abafaram" as notícias, utilizando excelente métodos de desinformação.

Reino Unido: oficial diz ter visto ovni com formato de olho


Um oficial da Força Aérea disse em entrevista que teve um encontro com um objeto voador não identificado (ovni) na base britânica de Suffolk em dezembro de 1980. Charles Halt faz parte de um grupo de seis oficiais da reserva americanos que apresentaram informações não oficiais sobre encontros com ovnis, inclusive sobre naves que desarmariam bombas atômicas em bases. As informações são do site do jornal Daily Mail.
Os oficiais dizem esperar que as autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido divulguem 60 anos de "arquivos-X" que, segundo eles, provam a existência de extraterrestres no nosso planeta.
Charles Halt diz que militares viram luzes próximas à base e descreveram um "objeto triangular aparentemente metálico" que desapareceu em alta velocidade. Segundo Halt, poucas semanas depois, as luzes voltaram a aparecer e ele foi enviado à floresta com dois policiais, equipados com uma câmera e um gravador. Ele diz que os três viram no local um "objeto brilhante parecido com um olho". "Ele parecia estar piscando e vazava metal derretido e movia-se lentamente entre as árvores e, em um ponto, ele se aproximou de nós", disse o oficial.
Ainda de acordo com a reportagem, Halt conta que o objeto se dividiu em cinco partes que ficaram brancas e voaram para fora da floresta, em direção ao céu, em uma velocidade muito alta. Repentinamente, conforme a versão, um dos objetos menores disparou um raio próximo ao pé de um dos homens.
"Eu não tenho ideia do que eu vi naquela noite, mas eu sei que estava sob controle inteligente. Minha teoria é que era de outra dimensão ou extraterrestre", diz o oficial.
O grupo afirma que desde 1948 os ETs pairam sobre bases americanas e britânicas e desativam armas nucleares. O capitão Robert Salas afirma que o primeiro caso que ele presenciou foi em 1967, na base Malmstrom, em Montana. Segundo ele, um objeto pairou sobre o local e 10 mísseis nucleares Minuteman foram desarmados.
Eles afirmam ainda ter testemunhos de 120 militares na reserva sobre encontros com ovnis, o mais recente em 2003, e têm o objetivo de forçar as autoridades a confirmar que ETs visitam o nosso planeta há muito tempo